108 opiniões sobre “Carta-resposta a Rachel Sheherazade

    • Duvido…

      Em geral, nossos comentaristas, assim como arrasam em profundidade de pensamento, detonam em termos de condução de debate legitimamente democrático.

  1. “Valesca usa o cérebro tanto quanto eu, você – e mais que Rachel – para continuar seu trabalho. Não julguemos a inteligência de uma mulher de acordo com os padrões estabelecidos. Isso é machismo :)” Falacia. Tanto homens quanto mulheres são julgados como burros por praticarem atividades fisicas consideradas “menos intelectuais”. Logo, não é machismo, é preconceito, sim, mas não machismo.

  2. PARABENS! Fico muito orgulhoso em ler isso. Os comentarios infelizes daquela pessoa foram totalmente 100 noção. Voce fez um exelente trabalho digno de ser levado pra frente. Parabens mais uma vez! ARRASOU

  3. Arrasou sim, sambou demais. Olhe, parabéns, tinha visto em outra emissora sobre seu projeto e no dia conversamos eu e meu marido sobre a representatividade d o poder feminino no funk. Particularmente não gosto do som, mas isso não tira o mérito do discurso libertário da mulher. Tens meu respeito. #marchadasvadiasnatal

  4. Alias, sobre o tema do seu trabalho, preciso te dar os parabens. O funk é de fato parte da cultura do Brasil ha um bom tempo e não a como negar isso. Nao gosto de funk, nao ouço. Mas acho absurdo o modo como tratam as pessoas por dançarem ou escrevem musicas de funk (apesar da baixa qualidade na criação das musicas, obviamente)

  5. Oi Mariana, tudo bem?
    Sou historiadora e admito que quando li a primeira reportagem sobre seu trabalho postei-a na minha página do face com o seguinte comentário: ” Produção de Cultura.. de alguma forma…” Fui chamada à atenção pelo meu colega de universidade e de profissão que comentou que este “de alguma forma” era pejorativo. Iniciamos uma pequena discussão sobre a questão. Expliquei qual era minha crítica ao seu trabalho, ou melhor ao que a reportagem deixava transparecer sobre ele.
    Achei um tanto quanto contraditória a sua abordagem e, a pergunta que fiz ao meu colega foi se o fato de as mulheres, como é o caso da Valesca serem aceitas no mundo do funk como protagonistas, não se deveu ao fato de que os homens que dominam este “mundo” terem assim permitido, “promovendo” a imagem da mulher funkeira de objeto de uma cultura para produtora desta mesma cultura. Caso tenha sido este o fenômeno que ocorreu, como isto poderia representar o último grito do feminismo? Ou melhor: O último grito do feminismo foi uma concessão dada pelo sexo oposto e não uma tomada de espaço promovido pelo sexo feminino? Ou seja: As minhas questões são mais de cunho de estrutura do seu projeto e pra mim se sua hipótese de trabalho for esta que eu acabei de citar, ela é um tanto falseada, na minha opinião. Mas como não li nem uma linha do seu projeto, aprovado sim com louvor por uma universidade tão conceituada como a UFF, só posso suspender o juízo até que seu trabalho, ou pelo menos parte dele em forma de artigo, ou outra publicação qualquer tipica da área acadêmica, possa vir à lume e, então eu possa ler e tentar entender, sua proposta. Não dá para confiar só no que as reportagens dizem sobre sua proposta de pesquisa , sabendo como a grande mídia, em geral, é hipócrita e preconceituosa. Vou mandar o link da minha discussão no meu face com meu colega. Caso queira responder, seria muito profícuo para mim e para ele, pois finalmente pararíamos de “brigar” sobre o que poderia ou não ser o seu trabalho de fato.
    Um abraço sincero,
    Célia Regina da Silva.

  6. Mariana, que delícia de texto! Parabéns pela OUSADIA, mal posso esperar pela repercussão. Precisamos de argumentos esclarecedores, não des-informação! Não só no meio acadêmico, mas NA VIDA! Que orgulho dessa UFFiana!

    [“Respeito” não se pede, “respeito” se conquista!]

  7. Pingback: “Minha Mídia é o Poder” por Rachel Sheherazade

  8. Parabéns, Mari!
    Escrevi também sobre a mesma questão hoje, mas não tão munido de argumentos quanto você, que com a elaboração da dissertação consegue retratar melhor a cultura que ignoram por ditar de forma elitista o que deve ser ouvido.
    Divido, no entanto, a quantidade de descidas até o chão porque consigo trabalhar tão bem o cérebro quanto as pernas e toda a musculatura envolvida nesse enorme e MARAVILHOSO exercício “de sentar, de quicar, de rebolar!”.
    Estamos juntxs nessa para desconstrução de preconceitos tão retrógrados!
    YOU GO, GIRL!

  9. Mandou muito bemmmmmmmmmmmmmmmmmmmm querida!!! Essa reporte é uma reacionária ao quadrado e esse quadrado é o negativo kkkkk.

  10. SENSACIONALLLLLLL a resposta.

    Uma jornalista que tem assessoria de imprensa, nao está querendo notoriedade pelo função exercida, está querendo é uma vaga na “Fazenda” ou no “BBB”

  11. Não que fosse tão difícil, mas desnudou a inconsistência o jornalismo do SBT e o moralismo raso da ‘estrela’ Sherazade

  12. Mariana, resposta perfeita e bem pontuada, na defesa do seu trabalho. Embora eu acredite que a Sheherazade nem mereça tanta consideração. Mas eu queria te comentar que na ocasião em que tive conhecimento do seu TCC tentei abrir uma discussão num grupo formado apenas por mulheres numa rede social, sobre a relevância desse estudo, e foi traumático. Parece que o mundo não está pronto para falar disso com naturalidade ainda. Mesmo assim te parabenizo pela coragem, e pela ousadia, em abordar o tema.

  13. Pingback: Carta para Rachel Sheherazade. | Tudo...

  14. Com sua dissertação você provou algo que eu dizia há teeeeempos pras pessoas que eu conhecia! Parabéns parabéns e parabéns! É preciso ver além do que se mostra, ver além das bundas, dos peitos, dos erros de português e da aparente ‘baixaria’. Há um grito de libertação sexual e de feminismo que há muito não se via nessas comunidades. :)

  15. Bravíssimo! Não apenas em confrontar a nauseante e estreita ‘pauta’ do que passa hoje em dia como jornalismo mas em lutar por projetos acadêmicos que contemplem a cultura viva que está nas ruas e nas mentes das pessoas.

  16. Eu estava realmente esperando por esta carta, pois os comentários infelizes de Sheherazade não poderiam passar impunes!
    Assim que saiu a notícia do seu projeto no G1, alguém a encaminhou para mim. Sou mestranda em Literatura na UFSJ, em Minas, mas a área do programa é voltada para Estudos Culturais. Também tenho um objeto de pesquisa pouco ortodoxo porque estou pesquisando histórias em quadrinhos num curso de Estudos Literários (e eventualmente ainda ouço, em pleno 2013, que quadrinhos não é literatura). Numa disciplina de estudos de gênero do semestre passado, falando sobre feminismo, eu disse que adorava funk e que via a Valeska Popozuda e a Tati Quebra Barraco como representantes do feminismo no contexto da favela e daí seguiu-se uma discussão. Bom, a parte positiva foi que, apesar da questão da reificação e do exibicionismo e todos aqueles argumentos que vc já deve conhecer, minha orientadora, que ministrava a matéria, concordou e até revelou que também curtia funk! E se nós temos respaldo acadêmico, por que nos preocuparíamos com uma jornalista medíocre que se julga parte da elite intelectual?
    Queria mesmo lhe parabenizar e desejar sorte nesses dois anos de (muita) ralação! You go, girl! Sucesso!!!

  17. eu sempre valorizei muito o trabalho do funk e de outros elementos que vem da margem da sociedade, e como estudante de ciencias sociais, sempre fui estigmatizada por isso. Eu era a “menina que gostava de funk”, a “menina que cantava proibidão”. Pois é, até mesmo no ambiente mais propicio para desconstruçoes de pensamentos elitistas, racistas, preconceituosos, machistas, ainda tem muita gente que hierarquiza e coloca Noel Rosa no topo e Valesca no ralo. Fico feliz de não estar sozinha, você merece todos os premios por essa dissertação! Parabéns!

  18. JÁ SOU SEU FÃ, Mariana! Merece uma verdadeira salva de palmas de toda a nação ‘internética’ que tá contigo e entende completamente o propósito de sua (corajosa, diga-se de passagem) pesquisa! Parabéns! Continue em frente, porque você está certíssima, querida!!

  19. Apenas genial a sua colocação, Mariana!

    Sou estudante de comunicação na UFF e já fiz matérias de estudos de mídia. É sempre uma das matérias mais enriquecedoras.

    O que seria do mundo se a gente sempre estudasse os mesmos temas e não inovasse em refletir sobre coisas do nosso cotidiano?
    Tenho pena dessa repórter.

    Manda ver na dissertação! :)

  20. Só queria dizer que estou indo até aí te dar um abraço Mariana. FANTÁSTICO TEXTO E FANTÁSTICO PROJETO! Quando concluir, se puder, me envie pq eu quero muito ler.

  21. Parabéns. Excelente resposta.
    Como faço pra ter acesso ao teu projeto de mestrado?Gostaria muito de dar uma lida nele.

  22. Arrasou, essa mulher estava mesmo merecendo um desses pra acordar dessa hipocrisia sem fim que perturba aquela cabecinha estúpida dela! Não sou fã de funk, mas respeito as pessoas que são, porque quem sou eu para julgar os gostos de outras pessoas?

  23. Olá Mariana, tudo bem? Como jornalista formado (e absurdamente transtorno com o que foi dito em rede nacional sobre o seu trabalho), só tenho a agradecer por nos presentear com esse texto maravilhoso, comprovando que – infelizmente – a falta de critério e profundidade é uma realidade até mesmo em grandes veículos de comunicação. Fica o seu texto como uma lição de moral para todos nós, jornalistas. É preciso ter humildade para pedir desculpas quando erro, veremos se essa será a postural da Rachel… Uma boa noite e parabéns (pelo trabalho e pelo texto). Beijos.

  24. Post que publiquei em meu perfil no Facebook:

    A FUNKEIRA E A PITAQUEIRA
    Com seu narizinho empinado de quem é dona absoluta de todas as verdades, a insuportavelmente arrogante Rachel Sheherazade critica, como sempre falando besteira, a dissertação “My pussy é poder – A representação feminina através do funk no Rio de Janeiro: Identidade, feminismo e indústria cultural”, da aluna de pós-graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (UFF) Mariana Gomes, cujo projeto defende que as artistas do funk, como Valeska Popozuda, são o último grito do feminismo. Em doses cavalares de elitismo e preconceito, a retrógrada apresentadora do “Jornal do SBT” disse, entre outras mediocridades, que “as universidades se popularizaram, e com elas os temas das teses (sic) de mestrado”. Vale lembrar que essa mulherzinha infeliz é a mesma que ganhou notoriedade propondo a extinção do Carnaval e defende a presença do pastor Marco Feliciano, aquele racista e homofóbico deputado do PSC, na Presidância da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

  25. Mariana,
    Tenho que começar dizendo que você arrasou na resposta e, principalmente, no projeto de mestrado! Sou jornalista e faço parte de um coletivo feminista chamado Juntas! (A Luta das Mulheres Muda o Mundo). Há muito tempo debatemos que o funk é uma maneira de emancipação cultural da mulher, principalmente na periferia. Acho extramente esclarecedor um projeto que venha a aprofundar aquilo que discutimos mais do ponto de vista prático!
    Eu também tenho um blog, o Mulheres no Boteco, com duas amigas e companheiras feministas. Lá, tentamos pontuar algumas questões que achamos que o machismo tenta impedir que a mulher debata.
    Quando eu vi a matéria do SBT, fiquei muito aborrecida e imaginei que você ficaria revoltada. Pois bem, a sua resposta coloca vários pingos nos is… sem mais delongas, queria saber se posso reblogar (claro que com todos direitos autoriais reconhecidos!) a sua resposta!
    E queria te convidar também a dividir conosco, nesse nosso boteco improvisado, as suas impressões durante esse projeto. Topa?

  26. Você é incrível, Mari! Essa revolução é mais que necessária, cultura é cultura e ponto! Elitização não tá com nada.
    Boa sorte nos caminhos que você vai continuar trilhando – brilhantemente – na academia!!!
    Beijo!

  27. maravilhosa,poderosa, princesa, dona de sí, ~escrevedera~ do próprio destino, possuidora do próprio caminho! Disse que não sabia fazer o quadradinho de oito, então me explica qq foi isso que você acabou de fazer na cara da Rachel agora, pq se não foi um quadradinho de oito, eu aposto que foi um quadradinho de 16.

  28. Magnífica! Não dá pra dizer menos dessa carta-resposta. Aliás, gostaria de saber se o seu trabalho um dia estará disponível para os interessados em lê-lo. Eu sou um deles e desde já agradeço. (Rima Involuntária S/A)

  29. Gostei da sua resposta no geral. Só tenho uma curiosidade. Quando você diz que o funk tem um papel em diversas áreas de conhecimento – subentendo-se aqui um papel importante -, em quais áreas de conhecimento ele está sendo, de certa forma, útil?

  30. Sem ter pica, foi lá e deu uma surra de razão.

    _
    Já te admirava quando soube da escolha do tema, Mariana.
    Agora, com essa resposta, virei fã. Parabéns.

  31. Quando vi a reportagem fiquei um pouco chocado com a “opinião”. Mas como opinião é conceito formado a respeito de um assunto, as vezes bem pessoal, tudo bem até aí. Entretanto, dizer que sua pesquisa é digna de ZERO é no mínimo ridículo! Como doutor ( com doutorado ) e professor, vejo muita relevância no seu trabalho e sim, eu orientaria você com muito orgulho! Parabéns moça! continue firme e desbrave as entranhas de nossa sociedade e de nossa cultura. Ela grita ela dança ela “vai até o chão” e não necessariamente, e eternamente, ao som da bossa nova.

  32. Sempre gostei dos comentários de Rachel, mas dessa vez creio que vale a pena ver a resposta da mestranda Mariana Gomes e também ler as matérias do blog. Todo jornalista deveria ler o texto de Mariana, pois temos a tendência de sermos superficiais nos temas atém mesmo por falta de espaço, o que não justifica sair ‘pipocando’ críticas contra tudo e todos! Parabéns Mariana e obrigado por me fazer pensar em ser um jornalista melhor!
    Augusto Magalhães, jornalista, especialista em crítica de artes e mestre em Sociologia pela UFPB.

  33. Achei sua tese muito interessante, mas mais que isso admiro sua coragem em dar a cara a tapa, principalmente para uma emissora de grande porte cujos ”jornalistas” estão acostumados a dar suas opiniões em rede aberta, a voz deles é a voz de quem assite e crê fielmente nessas idéias. É triste dizer isso, mas a opinião de Rachel reflete o que as pessoas provavelmente tendem a pensar da sua pesquisa, assim como a ciência é, as pessoas gostam do que ela tras, mas tem medo dela ao mesmo tempo pois pessoas como você colocam a prova o senso comum, o não óbvio e mais importante, o que a população não compreende por pudor e conservadorismo. Parabéns pela tese. Admito que pensei muito sobre esse tópico, e cheguei a escrever um texto sobre (antes de fechar o meu blog ao público), acho massa que mais alguém reflita sobre a cultura crua e consiga incluí-la em um contexto maior, como o do feminismo no caso.

  34. Woooww! Incrível resposta! Parabéns querida… Concordo com a Liliane, que disse a Rachel (e esse jornal) não merece tanta importância. Afinal, onde já se viu colocar a opinião de jornalista sobre as matérias? Cada a premissa básica de comunicação social de ‘imparcialidade’? De mimimi da classe média sofredora já estamos cansad@s!
    Abs,
    Linda.

    “Não olha pro lado, quem tá passando é o bonde… Se ficar de caôzada, a porrada come!” Rachel, escuta o papo da Beyoncé!

  35. Cara Mariana, APLAUSO (de pé)!!!

    De certa forma, também fui vítima desse tipo de abordagem, por ocasião da divulgação da minha dissertação de mestrado, no início do ano passado. E você lavou minha alma. Foi perfeita em apontar que, para além do preconceito da cobertura jornalística (gigantesco, é verdade), vai uma altíssima dose de indigência intelectual. Os meus (ex)colegas jornalistas entendem quase nada de produção do conhecimento. Não conhecem os ritos da produção teórico-metodológica nem da academia, ignoram (no campo semântico do léxico ignorância) completamente a forma de diálogo com autores essenciais, não têm a menor ideia dos método de pesquisa. A arrogância somada à ignorância gera esses discursos rasos, porém nefastos. O jornalismo (sei porque fui do campo) é um deserto de neurônios, pra nossa desgraça.

  36. Talvez seja sim uma revolução feminista: as mulheres assumirem o quanto gostam e são “sexuadas” que têm uma pussy que causa poder e sim, desperta o desejo ou, em termos técnicos “pulsão” (de acordo com a psicologia freudiana) ou “ereção” ou até tesão, no jargão mais popular. Sempre fui adepto ao funk e gosto do ritmo. Algumas letras, pra mim, são exageradas. Mas, não estou aqui pra julgar qualquer tipo de manisfestação e usar um medidor ou rotular “com cultura” ; “sem cultura”. Um comentário, tudo bem. Agora criticar e impor modelos, esteriótipos, é outra. Só fico triste com esse jornalismo às avessas, que ao invés de estar informando e utilizando sua verdadeira Função Referencial, dá bedelho, se “intromete”, mostrando uma visão tendenciosa e una sobre diversos temas que, por si, são polissêmicos.

  37. Apesar de não gostar de funk (só quando toca nas festinhas que emulam os anos 90, qual a difereeença entre o charme e o funk…) defendi sua tese desde a primeira crítica que vi nas redes sociais destinadas a ao seu tema. Continue com seus projetos e de quebra estopore essa Sherazade de segunda (pois a original é a do Castelo Ra-tim-bum).

  38. Felizmente ainda existem pessoas sensatas no mundo.
    Essa jornalista fala em profundidade, mas no fundo, acho que nunca conseguiu prestar atenção numa letra da Valesca. No mais, seria interessante se um dia Rachel entrevistasse Valesca. Veríamos que com todas as partes do corpo, nossa diva teria muito mais profundidade do que a jornalista.

    Abraços e boa sorte com o mestrado.

    P.S.: Também sou mestrando e tenho #OrgulhoDeSerPopofã

  39. Parabéns. Pelo tema do projeto e por sua carta à pretensa jornalista. Quando assisti o vídeo não consegui sentir nada além de vergonha. Vergonha do jornalismo pobre e da opinião preconceituosa da (infelizmente) minha xará.

  40. Postei no facebook o vídeo da Rachel, e a maioria esmagadora das pessoas concordou que essa jornalista só fala besteira haha. Achei legal porque, em geral, ninguém gosta de funk, mas a maioria entende que o aspecto cultural vai além da suposta “qualidade musical” (que é subjetiva).

    Achei também tosco da parte dela duvidar da nota, já que pessoas com doutorado na área, de uma universidade boa, julgaram que sua dissertação estava boa. Se os especialistas julgaram que é boa, quem é ela pra falar o contrário?

  41. Mariana,

    falou bem garota! O nome da reação desta jornalista é recalque. É pra qualquer um passar em segundo lugar numa seleção de mestrado de uma universidade federal? Com certeza que não. É bom lembrar também que temos (também sou mestrando, mas graças a Deus já estou defendendo no próximo mês) que passar por provas de proficiência de línguas, entrevistas, analise de currículo e tudo o mais o que uma seleção dessa nos pede.

    Uma pessoa que não consegue interpretar uma pesquisa como a sua não tem capacidade de ler os novos tempos, muito menos de entendê-los.

    Parabéns pela carta-resposta e boa sorte no desenvolvimento de sua dissertação!

  42. mandou bem demais…tema muito massa, resposta maravilhosa. Aliás, essa jornalista é uma reacionária, elitista e extremamente moralista.

  43. Direito de resposta mais que merecido, depois dos comentários (preconceituosos e elitistas) que ela fez no final da reportagem (tendenciosa e imparcial). Parabéns pelo mestrado!

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